sexta-feira, 1 de maio de 2015

O impasse...


Hoje, no dia do trabalhador, em um município cujo maior empregador é a prefeitura, e que tem como dever modificar esse quadro em que nos encontramos, em que deve ter como prioridade a geração de qualidade dos serviços públicos para que possamos também atrair novos investimentos empresariais, a reflexão e a partilha de ideias é a maior mensagem que podemos transmitir a todos.

A gestão pública não diverge tanto da gestão privada

As diferenças entre gestão pública e privada começam em como se escolhe os profissionais para suas funções  e terminam na hora da demissão – ou na impossibilidade de demiti-los. Essas diferenças não querem dizer que um setor é mais desafiador que outro: significam apenas que cada um deles possui peculiaridades às quais devem se atentar os líderes que tem como objetivo o bom ambiente de trabalho e sua produtividade.
Não são sorrisos ou discursos prontos que motivarão funcionários, estes, podem até facilitar e acalmar de início, porém não resultam em qualidade e nem em confiança na equipe.

Temos que refletir que as divergências têm início ainda antes da admissão do funcionário. Enquanto no setor privado, em geral, busca-se alguém com experiência de mercado, no público a prioridade deveria ser  a qualificação técnica. Na primeira situação, o desafio do gestor está em escolher um funcionário com habilidades inerentes à função que será realizada. Já, no funcionalismo público, é necessário que o líder saiba realinhar diferentes perfis de profissionais que não foram por ele escolhidos, para que todos trabalhem em função do mesmo propósito. Isso, se aplica quando o funcionalismo público é respeitado e quando se deseja de fato a valorização do quadro de funcionários de uma empresa pública e se quer a equidade de direitos entre TODOS.

Agora,  em ambos os setores, o gestor é instigado a manter sua equipe motivada, alinhada e evitar que desejem se desligar da função ou serem desviados para funções que não são as de sua competência.

No setor privado, existe a facilidade de direcionar seus funcionários e os propósitos da empresa para que caminhem juntos, já  que há maior possibilidade de manifestação de  expectativas tanto por parte do contratante quanto do contratado. Ao mesmo tempo, é vantajoso que o gestor direcione esforços para manter seu funcionário fiel à vaga que ocupa, uma vez que substituí-lo, embora muito menos burocrático que no setor público, é algo que demanda tempo e dinheiro.

Em contrapartida, na área pública a possibilidade da demissão está mais distante da realidade. Com isso, é comum acreditar que há menos cobrança nesse setor, o que não deve acontecer, visto que metas e indicadores precisam ser atingidos, mesmo nas empresas públicas. Porém, o maior o desafio é:  como manter a motivação da equipe sem a possibilidade de demiti-los, caso não cumpram o prometido?

Alguns pontos podem ser considerados primordiais: primeiro, o gestor deve ter interesse em conhecer a realidade e as habilidades particulares de cada colaborador que apesar de ocupar determinado cargo,  pode não ser capaz, necessariamente, de executar o que se espera dele. Por outro lado, ele pode se tornar excepcional, caso sejam realizadas algumas  adaptações em suas funções.

Procurar compreender o que motivou cada um a estar na respectiva vaga, desde que tal escolha não tenha sido algo para benefício pessoal de seu líder ou facilidades que só beneficiariam a má prática da administração. 

Em ambas as organizações, públicas ou privadas, o engajamento dos funcionários é primordial para a efetividade do trabalho de cada um. E para que isso aconteça, é necessário um questionamento contínuo: sua comunicação está realmente clara com sua equipe? As pessoas sabem o que é esperado delas? E  para isso acontecer, também é necessário que antes se avalie o ambiente em que o gestor circula, silenciosamente construir o entendimento de sua equipe e nunca, mas nunca mesmo, propor vantagens que somente se direcionam a funcionários que desejamos subjugar ou pelos quais se tem apreço particular. Depois de escutar, entender e dimensionar a qualidade de seu grupo, entra a fase de comunicação clara com sua equipe para que  juntos iniciem a construção de um novo ambiente organizacional produtivo, justo e cujo objetivo seja a qualidade do serviço prestado.

Comunicação, engajamento da equipe, relacionamento interpessoal, habilidades essenciais para quem quer o desafio da liderança, independente do tipo de organização.

E tenho certeza de que este será o maior desafio que encontraremos em Mangaratiba... comungar destas mesmas ideias e apresentar novos tempos de gestão pública para nossos funcionários. 

A vantagem que temos é ter um governante funcionário público que deverá a todo momento buscar a valorização da máquina pública, respeitando A TODOS e se desvinculando dos vícios que levaram a tanta desigualdade e insatisfação entre os funcionários, que acarretaram ao longo dos anos, esta acomodação e que levaram ao péssimo serviço público prestado a sua população. 

Hoje, em Mangaratiba, temos o salve-se quem puder.... quando deveria ser salvemos nossa dignidade como população e como servidores públicos.


Boa sorte, prefeito!


45 comentários:

  1. Os politicos de mangaratiba transformaram a coisa pública em privada,só falta o povo puxar a descarga

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  2. Acho que a gestão pública pode ter um diferencial na motivação do trabalhador. É que, enquanto na iniciativa privada o objetivo é ganhar dinheiro, no serviço público busca-se a satisfação do bem comum. Gostaria muito que os funcionários todos tivessem esse ideal e a consciência do quanto são úteis para a coletividade na qual os mesmos se inserem.

    Um bom dia do trabalhador pra amiga!

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  3. só a educação para se derrotar a estupidez e a barbárie e transformar os analfabetos políticos em cidadãos conscientes de seus direitos ass:TIO ZICA

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  4. No Brasil, empresa privada é aquela que é controlada pelo governo, e empresa pública é aquela que ninguém controla.

    Roberto Campos

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  5. PALAVRAS DO MEU REFERENCIAL E LIDER POLITICO :PEPE MUJICA
    "Mujica aponta que confundimos governar com mandar. E adverte: não se pode misturar a vontade de ter dinheiro com política. Se fizermos isso, complementa, estamos fritos. "Quem gosta muito de dinheiro tem que ser tirado da política." A corrupção brasileira tem um sinal: ela se funda na apropriação de cargos por pessoas que, mesmo quando são eleitas debaixo de uma bandeira populista ou socialista, acabam bilionárias. É impossível resistir aos amigos, mas é muito mais difícil liquidar essas sobras aristocráticas que são, a meu ver, a marca mais forte e permanente do nosso republicanismo: cargos que impedem punição, crimes que prescrevem, responsabilidades que não são cobradas. Num certo sentido, não temos noção da tal "coisa pública" - esse conceito imprescindível para uma vida igualitária e democrática - republicana."
    ASS:TIO ZICA

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  6. Sabemos que a estabilidade profissional é o grande ponto forte da carreira pública. Por outro lado, o comodismo de alguns servidores pode incomodar, assim como a natureza pouco criativa de algumas tarefas.
    Os gestores, por vezes, são descuidados. É preciso admitir que o servidor público é um ser humano que, igualmente ao trabalhador privado, precisa ser estimulado, ter perspectiva de carreira, ter um ambiente funcional de excelente qualidade. O cidadão aprecia quando recebe um bom atendimento no serviço municipal. Mas, para que isso ocorra, a qualidade de vida de quem trabalha nesses postos precisa ser preservada. A má qualidade dos serviços públicos deve-se, sobretudo, à falta de políticas eficazes de gestão, voltadas para a motivação e qualificação dos profissionais.
    Os serviços públicos são criados e mantidos pelas administrações da cidade para satisfazer as necessidades da coletividade e, principalmente, para garantir os direitos da população. Todo serviço público é regulamentado por leis e decretos que determinam a quem aquele serviço se destina, quem é o responsável por executá-lo, o que ele oferecer, como deve funcionar, etc. Onde fica a transparência dos serviços prestados?
    O grande desafio: como motivar os funcionários para atingir metas e indicadores? Acho que antes da motivação outro passo precisa ser dado. Mostrar aos funcionários o que se espera da função. Não existe o mínimo de planejamento das ações. Tudo é feito sem análise. Tudo acontece no caminhar, sem o mínimo de formação para os profissionais. Não existe ponto de partida, nem caminho a ser percorrido. Ficam perdidos, sem expectativas.
    Outro problema é o apadrinhamento, que faz com que muitas vezes o critério de atribuição de tarefas seja o esforço e a competência, enquanto o processo de recompensa se vincule a fatores subjetivos, como a amizade e a simpatia. Soma-se a isso a dificuldade inerente à nossa cultura, do homem cordial, de condescendência com a ineficiência e de sobrecarregar o profissional competente, o que incide diretamente na motivação destes no setor público.
    “Saber exatamente qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente é o segredo de um bom governo”. Victor Hugo

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    1. Essas são análises perfeitas sobre a "possível" ineficiência do serviço público.
      Quando citamos o item motivação, estamos abrangendo todos estes fatores estimuladores para a qualidade que se quer do serviço prestado.

      Qualidade na vida profissional e adequação ao potencial de cada um em seus diversos setores. Corrigir distorções, elaborar um protocolo de rotinas que pode ser flexibilizado, porém nunca deixado de lado.
      Estabelecer claramente a equidade de direitos e nunca de privilégios de uns sobre os demais.
      Enfim, são tantas metas a serem atingidas e elaboradas para que tudo comece a funcionar por si só!

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  7. Estão testando uma vacina contra a dengue.
    Difícil à beça.Mas está quase!
    Será que não conseguem contra a desonestidade?
    E aí,não ficaria um tédio só?
    Eu não ficaria feliz se não pudesse comprar um guardinha ou pagar uma"taxa de urgência".
    É só uma questão de dosagem...

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  8. Existe um grande abismo entre os setores público e privado. O problema começa na legislação, depois vêm os processos demorados, a famosa burocracia e, o ritmo de trabalho que não é o mesmo. A gestão da "coisa publica" não se preocupa com resultados, não existe concorrência. Mentira, somente por interesses próprios, a já conhecida dança das cadeiras. Tudo depende do nível de satisfação dos usuários dos serviços. Se existe satisfação vai tudo bem, obrigado. Como se avalia o serviço prestado? Quem tem condições de avaliar?

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    1. “A voz do povo, é a voz de Deus. 
      A voz que levanta, também é a voz que derruba.” 

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  9. A gestão pública é o problema em questão. Para que a máquina funcione, pessoal preparado seria o essencial. É notório que existe carência de profissionais na área de administração. Por outro lado, já é sabido que espírito empreendedor independe de formação. Mudança de gestão pressupõe descontinuidade de trabalho, visto que os cargos de confiança são ocupados por pessoas diversas indicadas pelo novo gestor do executivo. Por falar em preparo, formação, o que são os absurdos erros humanos, como aqueles que fazem com que viadutos caiam, obras atrasem por erro de cálculo, falta de planejamento. Decerto que existe aí um problema de gestão. Planejamento de projetos, controle orçamentário por exemplo, evitariam possíveis falcatruas.
    Existe falta de interesse público, de vontade política ou de competência mesmo?

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    1. Esse é o diagnóstico que deve ser feito! Apontar as causas e identificar possíveis soluções. Traçar metas e ajustá-las sempre...debater, discutir, profissionalizar, quebrar paradigmas e ir em frente!
      Se valer dos mesmos métodos, acarretará a mesmice!

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  10. Sou servidor antigo e detesto tudo que o Charlinho representa em política mesquinha ,aproveitadora dos bens públicos(nunca provado!)e perseguidora..
    Mas,com muita dor no coração,sou forçado a reconhecer que sua administração foi muito efetiva.
    Tanto na busca incessante de verbas,como no dia a dia da vida do município.
    A política do feijão com arroz,associada à honestidade.sem blá blá blá costuma dar muito certo.(se sem honestidade quase deu!)
    Difícil é combinar com os Russos(como disse Garrincha)

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  11. Liderança e constância de propósitos
    A liderança é o elemento promotor da gestão, responsável pela orientação, estímulo e comprometimento para o alcance e melhoria dos resultados organizacionais e deve atuar de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, a promoção de relações de
    qualidade e a proteção do interesse público. É exercida pela alta administração,
    entendida como o mais alto nível gerencial e assessoria da organização.
    Como este conceito é colocado em prática
    A participação pessoal, ativa e continuada da alta administração é
    fundamental para dar unidade de propósitos à organização. Seu papel
    inclui a criação de um ambiente propício à inovação e ao
    aperfeiçoamento constantes, à gestão do conhecimento, ao aprendizado
    organizacional, ao desenvolvimento da capacidade da organização de se
    antecipar e se adaptar com agilidade às mudanças no seu ecossistema e
    de estabelecer conexões estratégicas.
    A alta administração deve atuar como mentora, precisa ter visão
    sistêmica e abrangente, ultrapassando as fronteiras da organização e as
    restrições de curto prazo, mantendo comportamento ético e habilidade de negociação, liderando pelo exemplo. A sua ação da liderança deve
    conduzir ao cumprimento da missão e alcance da visão de futuro da
    organização.

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    1. Argh...
      É isso que eu chamo de blá blá blá...
      Quem aguenta?

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    2. A pessoa pra falar dessas coisas tem que fazer como a Leila que não fica enfadonha, chata.

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    3. A teoria sem a prática vira 'verbalismo', assim como a prática sem teoria, vira ativismo. No entanto, quando se une a prática com a teoria tem-se a práxis, a ação criadora e modificadora da realidade.

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    4. Vocês gostam de um barraco e tem preguiça de ler, aí culpam o pobre coitado que quis compartilhar um texto! Se fosse intriga estariam todos digitando com os pés, porque com as mãos estariam aplaudindo.

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    5. Não esquenta! É assim mesmo, vamos aprendendo a nos comunicar...insistentemente até que o diálogo vá fluindo sem ofensas.

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  12. É lamentável que o maior representante do Poder Executivo Municipal, no uso de suas atribuições legais, exonere pais de família sem ao menos avisá-los. Pessoas que trabalharam o mês todo e, que ao chegarem ao banco para receber o seu suado dinheiro, depararam-se com apenas R$349,00. Em questionamento com seus assessores, a resposta recebida foi a seguinte: eram funcionários fantasmas. Fantasmas? Que trabalharam, deram seu suor, que são pessoas conhecidas, que têm família para cuidar, serem classificados como fantasma. Isso é vergonha!!! Merecem o mínimo de respeito! Ah! Isso aconteceu após sua posse. É legítimo e digno? Certos que o erro para com os munícipes possa ser reparado, aguardamos.

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  13. Lamentável... Uma vergonha! Mal começou e já está fazendo M...! Saber disso de primeira foi bom pros trouxas que pensaram que ia ser diferente, como eu.

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    1. Numa cidade pequena como Mangaratiba, com certeza os fantasmas são totalmente conhecidos!
      O Ruy tem meu toral apoio!!!!
      Queremos pessoas trabalhando, não recebendo somente os salários.
      Já começou fazendo o correto!!


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    2. Não fique zoando com a dignidade dos outros, o mundo da voltas. Na próxima pode ser você! Que o prefeito fique com o seu "toral" apoio e olhe por todos, principalmente pelos trabalhadores.

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    3. Esse tipo de comentário faz qualquer pessoa ficar desanimada, principalmente o funcionário que trabalha de verdade. Antes de julgar os outros, procure conhecer o significado da palvra empatia. Enfim somos um povo resiliente.

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    4. Concordo com o anonimo, agora temos que ter pena de fantasma porquê eles tem familia?
      É o fim do mundo. Põe pra fora mesmo prefeito!
      Quem tem pena é galinha!!!

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    5. Quem tem dignidade é trabalhador,
      Fantasma vagabundo tem é cara de pau!!!
      Fica a dica.

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    6. Tem um monte de estrela no governo. Até se acostumarem com o poder vai levar um "tempinho". Chega ser vergonhoso aquele aglomerado de pessoas em frente à prefeitura. É repugnante.

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    7. Não confunda puxa saco com funcionários!

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  14. o primeiro ato foi trazer o sogro de comissão de frente da prefeitura, cruz credo !

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    1. Olha a oposição se desesperando!
      Kkkk

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  15. Injustiça....comissão de frente? O Sr. Jonas trabalha pra caramba!

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  16. jordãozinho parabéns pela nomeação e que faça um bom trabalho, assim que puder comtigo.

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  17. LEILA SERA QUE O ANDERSON QUADROS VAI DEIXAR A AMANTE DO CAPETÃO AINDA NA DIREÇÃO DO TRANSITO,OU VAI MANDAR IR PRA RUA TRABALHAR,,TRABALHAR MESMO NEM SEI MAS,
    VANESSA A SENHORITA PODIAS PEDIR PRA SAIR OU VIRA MAIS COISAS AI..NÃO FICA AI ENTREGANDO NINGUÉM,POIS VOCÊ ERA DO NOSSO BANDINHO LEMBRA OU ESQUECEU.
    FICA ADICA.

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    1. Moro em Praia Brava e neste fim de semana fui abordada pelo pai do ex secretario Sidney, que foi preso junto com o prefeito, com o abaixo assinado em mãos pedindo colaboração com assinatura para que o filho fosse solto. Que situação!!!

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    2. que isso turma alfa, não fica jogando a merda no ventilador não kkkkkkkk

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  18. HEHEHEHE,.
    AQUI SE FÁS AQUI SE PAGA.
    OU MELHOR AQUI SE FÉS,S......X....!!!
    AGORA NÃO SE FÁS MAIS,KKKKKKKKKK

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  19. Que que é isso, meu Deus!!!!!!

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  20. Mangaratiba, cidade de SUCUPIRA !!

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  21. Para mim o maior indício da decadência de uma mídia é a invasão da guardalhada.
    Até hoje estou traumatizado com o melancólico fim do QRKUT,que atribuo à Guarda Municipal de Mangaratiba.
    Leila,não deixe isto acontecer...

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    1. é melhor ler isso que ser cego....
      Defecando pelos dedos hein, amiguinho

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  22. Pô Leila.cadê o papo de mãe?
    Muito ocupada?
    Até o Lacerda,que não é mãe que eu saiba , já postou...

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  23. Leila,este papo de mãe é bobagem.
    Importante é a sua preocupação com a única coisa que pode tirar o Brasil do buraco,
    EDUCAÇÃO!
    Fofocaram que vc está palpitando.
    Que bom.
    Alguém com boas intenções intervindo para o bem?
    Oh Glória!!!

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    1. Não estou palpitando...estou somente expondo meu ponto de vista...

      Se for para contribuir com alguma mudança, já fico feliz!

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